<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><!-- generator=Zoho Sites --><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><channel><atom:link href="https://www.kpadvs.com/blogs/tag/execucoes/feed" rel="self" type="application/rss+xml"/><title>Kida Pecoriello Advocacia - Blog #Execuções</title><description>Kida Pecoriello Advocacia - Blog #Execuções</description><link>https://www.kpadvs.com/blogs/tag/execucoes</link><lastBuildDate>Thu, 07 May 2026 01:20:49 -0700</lastBuildDate><generator>http://zoho.com/sites/</generator><item><title><![CDATA[Honorários Contratuais]]></title><link>https://www.kpadvs.com/blogs/post/honorários-contratuais-iniciais-e-ad-exito</link><description><![CDATA[<img align="left" hspace="5" src="https://www.kpadvs.com/Design sem nome-1.png"/>Honorários Contratual é aquilo que você combina com seu advogado para remunerar o serviço que está contratando. Veja o modelo mais eficiente em nossa opinião.]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="zpcontent-container blogpost-container "><div data-element-id="elm_7vpaDMM6Ra-s_kuXxw2u4g" data-element-type="section" class="zpsection "><style type="text/css"></style><div class="zpcontainer-fluid zpcontainer"><div data-element-id="elm_iTy9cf6-RAW6CfUpWYor3g" data-element-type="row" class="zprow zprow-container zpalign-items- zpjustify-content- " data-equal-column=""><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_Rjj8G12cTWeB_lLK_3hQvQ" data-element-type="column" class="zpelem-col zpcol-12 zpcol-md-12 zpcol-sm-12 zpalign-self- "><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_jK6wV5DALt9zQF4MNuPcBg" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> [data-element-id="elm_jK6wV5DALt9zQF4MNuPcBg"].zpelem-image { border-radius:1px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-original zpimage-tablet-fallback-original zpimage-mobile-fallback-original "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="/" target="_blank" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/blog%20home%20-3-.png" size="original"/></picture></a></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_OruElgUWM34aLy_x5IKxTA" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> [data-element-id="elm_OruElgUWM34aLy_x5IKxTA"].zpelem-image { border-radius:1px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-medium zpimage-tablet-fallback-medium zpimage-mobile-fallback-medium hb-lightbox " data-lightbox-options="
                type:fullscreen,
                theme:dark"><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><span class="zpimage-anchor" role="link" tabindex="0" aria-label="Open Lightbox" style="cursor:pointer;"><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/Design%20sem%20nome-1.png" size="medium" data-lightbox="true"/></picture></span></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_7Zkke_0JRbGWQiUHYWqgZg" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style> [data-element-id="elm_7Zkke_0JRbGWQiUHYWqgZg"].zpelem-heading { border-radius:1px; } </style><h2
 class="zpheading zpheading-align-center " data-editor="true">Melhor Modelo de Contratação de Honorários Advocatícios</h2></div>
<div data-element-id="elm_QUQg9JUwQBiN4CJ3BICLDg" data-element-type="text" class="zpelement zpelem-text "><style> [data-element-id="elm_QUQg9JUwQBiN4CJ3BICLDg"].zpelem-text { border-radius:1px; } </style><div class="zptext zptext-align-justify " data-editor="true"><p>Tratamos neste posto dos <b>honorários contratuais</b> dentro de um processo judicial, que é aquilo que a parte negocia com o seu advogado para defende-lo um processo judicial. Não confundir com os honorários sucumbenciais, que é objeto do post <a href="https://www.kpadvs.com/blogs/post/honor%C3%A1rios-contratuais-iniciais-e-ad-exito2" title="Honorários Sucumbenciais" target="_blank" rel="">Honorários Sucumbenciais</a>. Existe várias modelagens possíveis e neste post tratamos de uma específica: aquela que existe a cobrança de honorários <span style="font-weight:bold;">durante o processo</span>, que é aquilo que remunera o serviço, independente do resultado, reservando aos <span style="font-weight:bold;">honorários pelo resultado&nbsp;</span>um percentual sobre o valor efetivamente recebido pela parte.&nbsp;<span style="color:inherit;"><span style="font-style:normal;">Em casos nos quais não há valor líquido, como, por exemplo, obter a posse de um imóvel, a guarda compartilhada, alterar o regime de visitas, os honorários são fixados em valor fixo. Não confundir com situações nas quais os honorários são apenas </span><span style="font-style:italic;">ad exitum</span><span style="font-style:normal;"> ou </span><span style="font-style:italic;">quota litis</span><span style="font-style:normal;"> quando o ganho do advogado depende exclusivamente do êxito da demanda. Aqui neste post tratamos da situação na qual há uma divisão: uma parte independe do êxito e outra parte depende do êxito.&nbsp;</span></span></p><p><br></p><p>Como se disse, aqui se está tratando de honorários quando há valores<span style="text-decoration-line:underline;"> pré-resultado</span> e <span style="text-decoration-line:underline;">pelo resultado</span>, que costuma ser os mais habituais. No nosso escritório, por exemplo, este é o modelo mais utilizado.&nbsp; Neste contratos, existe um esforço de&nbsp;<b>equilibrar os incentivos</b>. É falacioso entender que concentrar a remuneração no resultado final seria a solução mais eficiente para o cliente, pois se advogado absorver todo o risco, para que sua Banca seja economicamente viável, terá que obter resultados o mais rápido possível, prejudicando os investimentos na equipe para o amadurecimento do processo. Por outro lado, se a remuneração final não for atrativa, não irá se incentivar o desfecho do processo. Não se está dizendo aqui que o profissional irá atuar de maneira contrária aos interesses de seu cliente, contudo, como o capital é escasso, não estarão aqui para prestar serviços aqueles que não souberem como alocar corretamente os recursos que recebem. Assim, é importante<b> um equilíbrio nos incentivos da remuneração</b>, como em qualquer outro contrato de prestação de serviço.</p><p><br></p><p>Como sempre fazemos em nossos posts, vamos partir de um simples exemplo: o&nbsp;<b>CLIENTE</b> quer executar a multa contratual no valor de R$ 10.000,00. O <b>CLIENTE</b> pactuou com seu advogado honorários iniciais de R$ 1.000,00 e honorários finais de 10% sobre&nbsp; o valor efetivamente recebido pelo cliente. Em princípio, se o processo estiver formalmente correto e não existir acordo, duas serão as soluções possíveis do processo: <span style="font-weight:bold;">PROCEDÊNCIA </span>(o cliente ganhou o processo) e <span style="font-weight:bold;">IMPROCEDÊNCIA </span>(o cliente perdeu o processo). Vamos iniciar pela <span style="font-weight:bold;">PROCEDÊNCIA</span>,&nbsp; um cenário no qual o CLIENTE ganhou o processo e foi reconhecido que ele era credor do valor de R$ 10.000,00. Traçamos três cenários: recebimento integral (êxito total), recebimento parcial (êxito parcial), sem recebimento (sem êxito).</p><p><br></p><p><img src="https://sitebuilder-713177251.zohositescontent.com/Mon%20Nov%2030%202020-4.png" style="outline:none 0px;width:346px;height:375.94px;"><img src="/Mon%20Nov%2030%202020-10.png" style="width:342px;height:355.8px;"><img src="/Mon%20Nov%2030%202020-11.png" style="width:341px;height:373.7px;"></p><p><br></p><p>Como se vê acima, é possível que exista êxito no processo, mas não exista recebimento, o que ocorre quando o devedor é insolvente, ou seja, não possui qualquer bem em seu nome, a não ser a casa na qual este devedor reside, que é um bem impenhorável. É o caso do <span style="font-weight:bold;">Cenário 3</span>, em que o processo foi ganho, mas nenhum valor entrou no bolso do credor. No <span style="font-weight:bold;">Cenário 2</span>, este recebimento foi parcial, porque o devedor não tinha nada além dos 5 mil reais que se conseguiu bloquear. Só no <span style="font-weight:bold;">Cenário 1</span>, o cliente e seu advogado receberam tudo que tinham pretensão de receber. No caso de <span style="font-weight:bold;">IMPROCEDÊNCIA </span>da ação, o valor &quot;reconhecido&quot; é 0 e, assim, não existira honorários advocatícios. Nesta modelagem ocorre de o resultado da improcedência ser idêntico à procedência contra devedor insolvente. Veja abaixo o<span style="font-weight:bold;"> Cenário 4</span>:</p><p><br></p><p style="text-align:center;"><span style="color:inherit;"><img src="/Mon%20Dec%2007%202020.png" alt="" style="width:335px;height:387.08px;"></span><br></p><p><br></p><p>Em todos os cenários acima, percebe-se que para exercer um direito, o CLIENTE teve que pagar um determinado valor. Quando o CLIENTE têm êxito e recebe alguma coisa, o que ele recebe não é aquilo que ele pretendia receber, pois foi obrigado a pagar os honorários do seu advogado. <span id="recomposicao" title="recomposicao" class="zpItemAnchor"></span>​Algumas pessoas tem uma noção de justiça que parte da premissa de que depois de um processo ganho, a recomposição é integral, mas isto não é verdade, pois deixa de considerar que aqui há <span style="font-weight:bold;">esforços a mais</span> para a recomposição disto, que é o trabalho da Justiça (taxas judiciárias) e do advogado (honorários) e outras vezes ainda de Peritos e administradores judiciais. A lei não tem um dispositivo atribuindo de forma ilimitada ao perdedor do processo todos os seu ônus. Algumas vezes o ônus de sucumbência desempenha este papel - conforme explicado em nosso post:&nbsp;<span style="color:inherit;"><a href="https://www.kpadvs.com/blogs/post/honor%C3%A1rios-contratuais-iniciais-e-ad-exito2" target="_blank" rel="">Honorários Sucumbenciais</a></span>&nbsp;- mas na maior parte das vezes este valor é insuficiente. Como o valor estabelecido em juízo têm correção monetária e juros, algumas vezes, indiretamente, esta recomposição é feita, mas isto não é uma garantia. Ou seja, é possível que o credor vença um processo e mesmo recebendo tudo que tem direito, ainda sim, não seja integralmente ressarcido.&nbsp;</p><p><br></p><p>Agora, vamos para um segundo exemplo, invertendo a posição. Agora o <span style="font-weight:bold;">CLIENTE </span>está sendo cobrado por uma multa de R$ 100.000,00.&nbsp; Nesta ilustração, vamos considerar que o cliente é solvente, ou seja, se efetivamente condenado, irá pagar a dívida. Os honorários iniciais, para apresentar a defesa são de R$ 1.000,00 e o êxito estará naquilo que o CLIENTE deixar efetivamente de receber.&nbsp;<br></p><p><span style="color:inherit;"></span></p><p style="text-align:justify;">&nbsp;<img src="/Mon%20Nov%2030%202020-12.png" style="width:362px;height:366.87px;"><img src="/Mon%20Nov%2030%202020-13.png" style="width:369px;height:384.68px;"><img src="/Mon%20Nov%2030%202020-14.png" style="width:360px;height:371.91px;"></p><p><br></p><p>No <span style="font-weight:bold;">Cenário 3,&nbsp; <span style="font-weight:normal;">por melhor ou pior que tenha sido a defesa do advogado, não houve resultado e o</span></span>&nbsp;cliente foi obrigado a pagar todo o valor que a contraparte entendia como obrigação do Cliente. No&nbsp;<span style="outline:none 0px;font-weight:bold;">Cenário 2</span>&nbsp;ele teve que pagar, mas não aquilo que a contraparte queria, mas um valor menor, portanto, é sobre esta diferença de R$ 50.000,00 que os honorários <span style="font-style:italic;">ad exitum</span> serão avaliados. Se neste Cenário 2, o valor efetivamente pago era de 70% da demanda (R$ 70.000,00) os honorários recairiam sobre&nbsp; o valor daquilo que deixou de pagar, que seria de R$ 30.000,00 assim, os honorários finais eram de R$ 3.000,00. No <span style="font-weight:bold;">Cenário 1</span>, o Cliente foi cobrado de um valor que o Poder Judiciário entendeu que não era uma obrigação. O cliente não pagou nada para a contraparte, apenas o seu advogado</p><p><br></p><p>Observa-se que no<span style="font-weight:bold;"> Cenário 1</span> o CLIENTE foi processado por uma dívida que não existia. No<span style="font-weight:bold;"> Cenário 2</span> esta dívida existia, mas o CLIENTE foi processado além do seu valor. Algumas vezes, realmente existem dúvida se a obrigação é devida ou não, ou se o valor é aquele ou não; outas vezes, o cliente é demandado injustamente. Contudo, em qualquer situação, ele irá pagar os honorários do seu advogado, pois, <a href="#recomposicao" title="como já dissemos anteriormente" rel="">como já dissemos anteriormente</a>, a lei não possui um dispositivo que faça recair exclusivamente no devedor de forma ilimitada, o ônus do processo. No post&nbsp;&nbsp;<a href="https://www.kpadvs.com/blogs/post/honor%C3%A1rios-contratuais-iniciais-e-ad-exito2" target="_blank" rel="">Honorários Sucumbenciais</a>&nbsp;nós explicamos que algumas vezes este valor pode compensar todo o trabalho do advogado e ser até mesmo bem gratificante, mas outras vezes ser insuficiente.&nbsp; Portanto, para a formação do valor dos honorários, o CLIENTE pode - e deve - considerar o quanto o advogado terá direito de receber a títulos de honorários sucumbenciais (discutidos naquele post) para a fixação do valor dos honorários (discutidos neste post).</p><p><br></p><p>O objetivo da série de posts que nós estamos colocando na seção <a href="/blogs/nossatransparencia" title="Nossa Transparência" target="_blank" rel="">Nossa Transparência</a> é esclarecer aos nossos clientes e a todos os interessados nuanças das relação com o seu advogado. Neste caso concreto, estamos explicando como funciona a formação do preço do contrato de honorários, de maneira a que não exista surpresas no final. A contratação de um advogado é um ato de confiança, por isto acreditamos que abrir esta seção de Transparência contribua para aprimorar a nossa relação.&nbsp;</p></div>
</div><div data-element-id="elm_S5yQ0y0ufXsW_Wjg6Vk2Ag" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> [data-element-id="elm_S5yQ0y0ufXsW_Wjg6Vk2Ag"].zpelem-image { border-radius:1px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-original zpimage-tablet-fallback-original zpimage-mobile-fallback-original "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="/contact" target="_blank" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/Clique%20Aqui%20%20Virtual%20-6-.png" size="original"/></picture></a></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_KNibRAR7lgs5gJUGoq2VoQ" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> [data-element-id="elm_KNibRAR7lgs5gJUGoq2VoQ"].zpelem-image { border-radius:1px; margin-block-start:-53px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-medium zpimage-tablet-fallback-medium zpimage-mobile-fallback-medium "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="/blogs/nossatransparencia" target="_blank" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/%20-1--1.png" size="medium"/></picture></a></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_sMo4w8-uxfHqIMUA3n3pnQ" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> [data-element-id="elm_sMo4w8-uxfHqIMUA3n3pnQ"].zpelem-image { border-radius:1px; margin-block-start:-51px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-medium zpimage-tablet-fallback-medium zpimage-mobile-fallback-medium "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="/blogs" target="_blank" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/Outros%20-.png" size="medium"/></picture></a></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_FrVTz4YqH6kz2WRBYuIoBw" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> [data-element-id="elm_FrVTz4YqH6kz2WRBYuIoBw"].zpelem-image { border-radius:1px; margin-block-start:-46px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-medium zpimage-tablet-fallback-medium zpimage-mobile-fallback-medium "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="/" target="_blank" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/blog%20home%20-3-.png" size="medium"/></picture></a></figure></div>
</div></div></div></div></div></div> ]]></content:encoded><pubDate>Wed, 02 Dec 2020 23:54:00 +0000</pubDate></item><item><title><![CDATA[Prescrição de Execuções Judiciais]]></title><link>https://www.kpadvs.com/blogs/post/prescrição-de-dívidas</link><description><![CDATA[<img align="left" hspace="5" src="https://www.kpadvs.com/Prescrição - a morte da dívida em juízo.png"/>Prescrição de dívidas de 3 a 5 anos. Prescrição de execução.]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="zpcontent-container blogpost-container "><div data-element-id="elm_9kSsqYoVSs6huoDIJncakA" data-element-type="section" class="zpsection "><style type="text/css"></style><div class="zpcontainer-fluid zpcontainer"><div data-element-id="elm_ewCPMKHOTYOhAEwSFk8oeQ" data-element-type="row" class="zprow zprow-container zpalign-items- zpjustify-content- " data-equal-column=""><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_H7_vht_lTnasorUjurU9tg" data-element-type="column" class="zpelem-col zpcol-12 zpcol-md-12 zpcol-sm-12 zpalign-self- "><style type="text/css"> [data-element-id="elm_H7_vht_lTnasorUjurU9tg"].zpelem-col{ border-radius:1px; } </style><div data-element-id="elm_SXNoRk8TQ06pHNUl5Fw-3w" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style> [data-element-id="elm_SXNoRk8TQ06pHNUl5Fw-3w"].zpelem-heading { border-radius:1px; } </style><h2
 class="zpheading zpheading-align-center " data-editor="true">Processos parados há muito tempo</h2></div>
<div data-element-id="elm_TfJdDpwySYiOneymmnf1MQ" data-element-type="text" class="zpelement zpelem-text "><style> [data-element-id="elm_TfJdDpwySYiOneymmnf1MQ"].zpelem-text { border-radius:1px; } </style><div class="zptext zptext-align-justify " data-editor="true"><p>Processos judiciais que versem sobre dívidas de despejo, cobrança de títulos bancários, notas promissórias, cheques e as demais ações execuções judiciais podem já estar <b>prescritos</b>, se estiverem muito tempo pardo. Isto significa que o juiz irá <b>extinguir</b> a dívida, que não poderá ser novamente cobrada pelo credor. </p><p>&nbsp;</p><p>A questão está bastante consolidada. A título de exemplo, pega-se uma decisão datada recente, datada de dezembro de 2020, que é auto explicativa:</p><p>&nbsp;</p><p style="margin-left:4cm;">EXECUÇÃO POR TÍTULO EXTRAJUDICIAL – Contrato de abertura de crédito fixo – Prescrição intercorrente – Ocorrência – Omissão da parte que ensejou a paralisação do feito por mais de 06 (seis) anos – Aplicação do proclamado pela Súmula 150 do C. Supremo Tribunal Federal – Inaplicabilidade do disposto no art. 1.056 do CPC/2015 na hipótese dos autos, conforme tese fixada pelo C. STJ em Incidente de Assunção de Competência (IAC) - Sentença mantida - Recurso não provido.</p><p style="margin-left:4cm;">(TJSP - 17ª Câm. Dir. Privado - Rel. Des. Paulo Pastore Filho -&nbsp; j. 1.12.2020 - 0010377-63.2004.8.26.0269)</p><p>&nbsp;</p><p><span style="color:inherit;"></span></p><p>Para que seja decretada esta prescrição é necessário um pedido formulado ao juiz, até mesmo porque o processo geralmente está arquivado. Se estiver desarquivado e por qualquer razão em trâmite, é até possível que o Juiz, de ofício, decrete a prescrição. Sob o ponto de vista dos credores, é sempre importante impulsionar o processo para não ser surpreendido com a prescrição.&nbsp;</p></div>
</div><div data-element-id="elm_UxlTH1LUTh-nBK4cWNgqTw" data-element-type="button" class="zpelement zpelem-button "><style> [data-element-id="elm_UxlTH1LUTh-nBK4cWNgqTw"].zpelem-button{ border-radius:1px; } </style><div class="zpbutton-container zpbutton-align-center "><style type="text/css"></style><a class="zpbutton-wrapper zpbutton zpbutton-type-primary zpbutton-size-md zpbutton-style-none " href="/contact" target="_blank"><span class="zpbutton-content">Agende uma reunião virtual</span></a></div>
</div><div data-element-id="elm_-paoDRKkHSRIn9kCW00RXg" data-element-type="buttonicon" class="zpelement zpelem-buttonicon "><style> [data-element-id="elm_-paoDRKkHSRIn9kCW00RXg"].zpelem-buttonicon{ border-radius:1px; } </style><div class="zpbutton-container zpbutton-align-center "><style type="text/css"></style><a class="zpbutton-wrapper zpbutton zpbutton-type-primary zpbutton-size-md zpbutton-style-none zpbutton-icon-align-left " href="https://www.kpadvs.com/blogs/contencioso-c%C3%ADvel/" target="_blank"><span class="zpbutton-icon "><svg viewBox="0 0 2048 1792" height="2048" width="1792" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M960 0l960 384v128h-128q0 26-20.5 45t-48.5 19H197q-28 0-48.5-19T128 512H0V384zM256 640h256v768h128V640h256v768h128V640h256v768h128V640h256v768h59q28 0 48.5 19t20.5 45v64H128v-64q0-26 20.5-45t48.5-19h59V640zm1595 960q28 0 48.5 19t20.5 45v128H0v-128q0-26 20.5-45t48.5-19h1782z"></path></svg></span><span class="zpbutton-content">Post da Seção Contencioso</span></a></div>
</div></div></div></div></div></div> ]]></content:encoded><pubDate>Wed, 06 May 2020 18:53:53 +0000</pubDate></item></channel></rss>