<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><!-- generator=Zoho Sites --><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><channel><atom:link href="https://www.kpadvs.com/blogs/nossatransparencia/feed" rel="self" type="application/rss+xml"/><title>Kida Pecoriello Advocacia - Blog , Nossa Transparência</title><description>Kida Pecoriello Advocacia - Blog , Nossa Transparência</description><link>https://www.kpadvs.com/blogs/nossatransparencia</link><lastBuildDate>Tue, 05 May 2026 20:36:32 -0700</lastBuildDate><generator>http://zoho.com/sites/</generator><item><title><![CDATA[Consulta com Advogado]]></title><link>https://www.kpadvs.com/blogs/post/Consulta-com-Advogado</link><description><![CDATA[<img align="left" hspace="5" src="https://www.kpadvs.com/files/consulta.png"/>Consulta com Advogado? O que aguardar de uma consulta paga com um advogado.]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="zpcontent-container blogpost-container "><div data-element-id="elm_xQMKQbhqSjqoEy5nj7GlLw" data-element-type="section" class="zpsection "><style type="text/css"></style><div class="zpcontainer-fluid zpcontainer"><div data-element-id="elm_s5HlVZqCQE2wBy-BH-ajcA" data-element-type="row" class="zprow zprow-container zpalign-items- zpjustify-content- " data-equal-column=""><style type="text/css"> [data-element-id="elm_s5HlVZqCQE2wBy-BH-ajcA"].zprow{ border-radius:1px; } </style><div data-element-id="elm_LIgzUynAQYiSYU2CrFfWqw" data-element-type="column" class="zpelem-col zpcol-12 zpcol-md-12 zpcol-sm-12 zpalign-self- "><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_hvfGDVU-QkyWKmgb5VljJw" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style> [data-element-id="elm_hvfGDVU-QkyWKmgb5VljJw"].zpelem-heading { border-radius:1px; } </style><h2
 class="zpheading zpheading-align-center " data-editor="true"><span style="color:inherit;font-size:30px;"><p>Entenda o serviço Contratado</p></span></h2></div>
<div data-element-id="elm_dzR_7zQClcQVvWc-B8Tj2g" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> @media (min-width: 992px) { [data-element-id="elm_dzR_7zQClcQVvWc-B8Tj2g"] .zpimage-container figure img { width: 600px !important ; height: 150px !important ; } } @media (max-width: 991px) and (min-width: 768px) { [data-element-id="elm_dzR_7zQClcQVvWc-B8Tj2g"] .zpimage-container figure img { width:600px ; height:150px ; } } @media (max-width: 767px) { [data-element-id="elm_dzR_7zQClcQVvWc-B8Tj2g"] .zpimage-container figure img { width:600px ; height:150px ; } } [data-element-id="elm_dzR_7zQClcQVvWc-B8Tj2g"].zpelem-image { border-radius:1px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="size-original" data-size-mobile="size-original" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-original zpimage-tablet-fallback-original zpimage-mobile-fallback-original "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="/" target="_blank" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/blog%20home%20-3-.png" width="600" height="150" loading="lazy" size="original"/></picture></a></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_UNTTngsk-e7Whb8Xwrvgkg" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> @media (min-width: 992px) { [data-element-id="elm_UNTTngsk-e7Whb8Xwrvgkg"] .zpimage-container figure img { width: 1110px ; height: 624.38px ; } } @media (max-width: 991px) and (min-width: 768px) { [data-element-id="elm_UNTTngsk-e7Whb8Xwrvgkg"] .zpimage-container figure img { width:723px ; height:406.69px ; } } @media (max-width: 767px) { [data-element-id="elm_UNTTngsk-e7Whb8Xwrvgkg"] .zpimage-container figure img { width:415px ; height:233.44px ; } } [data-element-id="elm_UNTTngsk-e7Whb8Xwrvgkg"].zpelem-image { border-radius:1px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="size-original" data-size-mobile="size-original" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-fit zpimage-tablet-fallback-fit zpimage-mobile-fallback-fit hb-lightbox " data-lightbox-options="
                type:fullscreen,
                theme:dark"><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><span class="zpimage-anchor" role="link" tabindex="0" aria-label="Open Lightbox" style="cursor:pointer;"><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/files/consulta.png" width="415" height="233.44" loading="lazy" size="fit" data-lightbox="true" style="width:100% !important;"/></picture></span></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_x7MWx0BbS8e7KW4xzDP39g" data-element-type="text" class="zpelement zpelem-text "><style> [data-element-id="elm_x7MWx0BbS8e7KW4xzDP39g"].zpelem-text { border-radius:1px; } </style><div class="zptext zptext-align-center " data-editor="true"><p style="text-align:justify;"><span style="color:inherit;"></span></p><p style="text-align:justify;"><span style="color:inherit;"></span></p><div style="color:inherit;"><p style="text-align:justify;">A <b>CONSULTA&nbsp;</b>é um serviço prestado no qual o advogado irá ouvir a sua preocupação, dizer se existe uma solução jurídica possível e, existindo, quais são os meios de obtê-la, com suas vantagens e riscos. O preço cobrado remunera esta prestação de serviço. </p><p style="text-align:justify;">&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">Você deve estar preparado para receber <b>respostas que <u>não</u> lhe agrade.</b> Nenhum profissional sério e ético pode vender ilusões ou soluções fora das linhas da lei. É normal que alguns clientes se sintam frustrados pela lei não ser aplicada da forma que ele gostaria ou que ele entende que seja o mais justo ou ainda que o cliente descubra que apesar de estar coberto de razão, não tem as provas necessárias. O cliente não está pagando a consulta para que lhe digam aquilo que ele gostaria de ouvir, pois não é este o papel do advogado, nem do médico, nem de um psicanalista, nem do nutricionista, nem de um contador. Até mesmo seu arquiteto pode lhe dizer que a casa da forma que você imagina não é factível. </p><p style="text-align:justify;">&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">É bom que você também saiba que nenhuma <b><u>certeza</u></b> pode ser oferecida, pois o advogado é um profissional de meio, que leva ao Estado o pleito do seu cliente, a quem incumbe deferir ou indeferir. Não existem “<i>causas ganhas</i>” apenas causas com boas probabilidades de êxito. </p><p style="text-align:justify;">&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">A avaliação feita por um dado advogado, assim como o diagnóstico de um médico, pode não o convencer. Não deve existir nenhum constrangimento para que você questione o advogado, a sua experiência na defesa judicial deste assunto, sublinhe fatos, leis e cláusulas contratuais e mesmo traga posições contrárias de outros advogados. Tanto o advogado como o cliente devem ser retirados da posição de conforto para que consigam construir, naquele momento, de forma cordial e racional, a melhor avaliação possível. O advogado não está acima da parte porque conhece a lei, nem o cliente está acima do advogado porque conhece no detalhe os fatos.<span style="color:inherit;">&nbsp;</span></p><p style="text-align:justify;">&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">Não se deve desprezar a possibilidade de você sair de uma consulta, discordando da resposta que recebeu, baseado na sua experiência anterior, na sua experiência de vida, daquilo que ouviu no seu grupo de whatsapp, ou da sua intuição. Isto é o ônus da contratação de um serviço. </p><p style="text-align:justify;">&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">Como já dito logo no início deste texto, você sairá da consulta com uma opinião do advogado dizendo que determinada medida é possível ou não. Sendo possível, ainda que com poucas chances de êxito, o advogado irá indicar o contrato que deverá ser redigido, a ação cabível, a medida a ser praticada. Ele também vai informar se prestará este serviço e, caso positivo, o seu respectivo preço, inclusive se irá cobrar antes ou só pelo resultado, cabendo a você, cliente, decidir adotará a medida proposta seja ela um contrato, uma notificação, uma ação judicial. </p><p style="text-align:justify;">&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">O advogado que fez a consulta <b>não está obrigado </b>a prestar outros serviços. A obrigação dele é prestar este serviço que é a consulta. Por razões particulares ou mesmo limitações, o advogado pode preferir não assumir determinados tipos de causa ou redigir determinados contratos. O advogado pode, por exemplo, preferir não ingressar com ações com possibilidades de êxito muito remota, mesmo com o cliente querendo arriscá-las. Este também é o ônus da contratação de um serviço da consulta de um advogado. </p><p style="text-align:justify;">&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">Logicamente que o advogado somente deve prestar consultas de assuntos que ele domina, que tenha tempo e condições de realiza-lo. Quando se tratar de uma questão potencialmente multifacetária, desde o início deve indicar quais áreas que ele não atua. </p><p style="text-align:justify;">&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">Colocamos este post na nossa área de “<i>Nossa Transparência</i>”, na qual ainda podem ser acessados outras informações importantes na relação entre o Cliente e o Advogado.&nbsp;</p></div><p style="text-align:justify;"><span style="font-family:&quot;Old Standard TT&quot;, serif;"><br></span></p><p style="text-align:justify;"><span style="font-family:&quot;Old Standard TT&quot;, serif;">&nbsp;</span><br></p></div>
</div><div data-element-id="elm_5kt8vv7WB1r3XY9PlBBBew" data-element-type="imageheadingtext" class="zpelement zpelem-imageheadingtext "><style> @media (min-width: 992px) { [data-element-id="elm_5kt8vv7WB1r3XY9PlBBBew"] .zpimageheadingtext-container figure img { width: 500px ; height: 287.49px ; } } @media (max-width: 991px) and (min-width: 768px) { [data-element-id="elm_5kt8vv7WB1r3XY9PlBBBew"] .zpimageheadingtext-container figure img { width:500px ; height:287.49px ; } } @media (max-width: 767px) { [data-element-id="elm_5kt8vv7WB1r3XY9PlBBBew"] .zpimageheadingtext-container figure img { width:500px ; height:287.49px ; } } [data-element-id="elm_5kt8vv7WB1r3XY9PlBBBew"].zpelem-imageheadingtext{ border-radius:1px; } </style><div data-size-tablet="size-original" data-size-mobile="size-original" data-align="left" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimageheadingtext-container zpimage-with-text-container zpimage-align-left zpimage-size-medium zpimage-tablet-fallback-medium zpimage-mobile-fallback-medium "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="https://www.kpadvs.com/blogs/post/procura%C3%A7%C3%A3o-para-advogado1" target="_blank" title="procuracao" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/procura%C3%A7%C3%A3o%20para%20advogado.png" width="500" height="287.49" loading="lazy" size="medium" data-lightbox="false" style="width:1407px !important;"/></picture></a></figure><div class="zpimage-headingtext-container"><h3 class="zpimage-heading zpimage-text-align-left " data-editor="true">Procuração para Advogado</h3><div class="zpimage-text zpimage-text-align-left " data-editor="true"><p>Entenda quais são os poderes que você outorga ao passar uma procuração para um advogado.&nbsp;</p></div>
</div></div></div><div data-element-id="elm_OL76I3mC821skdh1sZNvAA" data-element-type="imageheadingtext" class="zpelement zpelem-imageheadingtext "><style> @media (min-width: 992px) { [data-element-id="elm_OL76I3mC821skdh1sZNvAA"] .zpimageheadingtext-container figure img { width: 500px ; height: 281.25px ; } } @media (max-width: 991px) and (min-width: 768px) { [data-element-id="elm_OL76I3mC821skdh1sZNvAA"] .zpimageheadingtext-container figure img { width:500px ; height:281.25px ; } } @media (max-width: 767px) { [data-element-id="elm_OL76I3mC821skdh1sZNvAA"] .zpimageheadingtext-container figure img { width:500px ; height:281.25px ; } } [data-element-id="elm_OL76I3mC821skdh1sZNvAA"].zpelem-imageheadingtext{ border-radius:1px; } </style><div data-size-tablet="size-original" data-size-mobile="size-original" data-align="left" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimageheadingtext-container zpimage-with-text-container zpimage-align-left zpimage-size-medium zpimage-tablet-fallback-medium zpimage-mobile-fallback-medium "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="https://www.kpadvs.com/blogs/post/honor%C3%A1rios-contratuais-iniciais-e-ad-exito" target="_blank" title="honorarioscontratuais" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/Design%20sem%20nome-1.png" width="500" height="281.25" loading="lazy" size="medium" data-lightbox="false" style="width:1600px !important;"/></picture></a></figure><div class="zpimage-headingtext-container"><h3 class="zpimage-heading zpimage-text-align-left " data-editor="true">Entenda o que está pagando para o Advogado</h3><div class="zpimage-text zpimage-text-align-left " data-editor="true"><p><span style="color:inherit;">Honorários Contratual é aquilo que você combina com seu advogado para remunerar o serviço que está contratando. Entenda um pouco mais.</span><br></p></div>
</div></div></div><div data-element-id="elm_eU2w4nnnY2dlNdMmtoVD0Q" data-element-type="imageheadingtext" class="zpelement zpelem-imageheadingtext "><style> @media (min-width: 992px) { [data-element-id="elm_eU2w4nnnY2dlNdMmtoVD0Q"] .zpimageheadingtext-container figure img { width: 200px ; height: 112.50px ; } } @media (max-width: 991px) and (min-width: 768px) { [data-element-id="elm_eU2w4nnnY2dlNdMmtoVD0Q"] .zpimageheadingtext-container figure img { width:200px ; height:112.50px ; } } @media (max-width: 767px) { [data-element-id="elm_eU2w4nnnY2dlNdMmtoVD0Q"] .zpimageheadingtext-container figure img { width:200px ; height:112.50px ; } } [data-element-id="elm_eU2w4nnnY2dlNdMmtoVD0Q"].zpelem-imageheadingtext{ border-radius:1px; } </style><div data-size-tablet="size-original" data-size-mobile="size-original" data-align="left" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimageheadingtext-container zpimage-with-text-container zpimage-align-left zpimage-size-small zpimage-tablet-fallback-small zpimage-mobile-fallback-small "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="https://www.kpadvs.com/blogs/post/comocontratarumadvogado" target="_blank" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/images/C%C3%B3pia%20de%20KPAdvs%20logo%20curto%20versao%20tw.png" width="200" height="112.50" loading="lazy" size="small" data-lightbox="false" style="width:1600px !important;"/></picture></a></figure><div class="zpimage-headingtext-container"><h3 class="zpimage-heading zpimage-text-align-left " data-editor="true">Como contratar um Advogado</h3><div class="zpimage-text zpimage-text-align-left " data-editor="true"><p>Veja como contratar um advogado para você, para sua família, para seu condomínio, para sua empresa.&nbsp;</p></div>
</div></div></div><div data-element-id="elm_AMV5zoarA867MNnNYH8ANw" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> @media (min-width: 992px) { [data-element-id="elm_AMV5zoarA867MNnNYH8ANw"] .zpimage-container figure img { width: 1110px ; height: 185.00px ; } } @media (max-width: 991px) and (min-width: 768px) { [data-element-id="elm_AMV5zoarA867MNnNYH8ANw"] .zpimage-container figure img { width:723px ; height:120.50px ; } } @media (max-width: 767px) { [data-element-id="elm_AMV5zoarA867MNnNYH8ANw"] .zpimage-container figure img { width:415px ; height:69.17px ; } } [data-element-id="elm_AMV5zoarA867MNnNYH8ANw"].zpelem-image { border-radius:1px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="size-original" data-size-mobile="size-original" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-fit zpimage-tablet-fallback-fit zpimage-mobile-fallback-fit "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="/contact" target="_blank" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/Clique%20Aqui%20%20Virtual%20-6-.png" width="415" height="69.17" loading="lazy" size="fit" style="width:100% !important;"/></picture></a></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_rqviXevSgQFYvCuSpv4haw" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> @media (min-width: 992px) { [data-element-id="elm_rqviXevSgQFYvCuSpv4haw"] .zpimage-container figure img { width: 200px !important ; height: 200px !important ; } } @media (max-width: 991px) and (min-width: 768px) { [data-element-id="elm_rqviXevSgQFYvCuSpv4haw"] .zpimage-container figure img { width:200px ; height:200px ; } } @media (max-width: 767px) { [data-element-id="elm_rqviXevSgQFYvCuSpv4haw"] .zpimage-container figure img { width:200px ; height:200px ; } } [data-element-id="elm_rqviXevSgQFYvCuSpv4haw"].zpelem-image { border-radius:1px; margin-block-start:-49px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="size-original" data-size-mobile="size-original" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-original zpimage-tablet-fallback-original zpimage-mobile-fallback-original "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="/blogs/nossatransparencia" target="_blank" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/%20-1--1.png" width="200" height="200" loading="lazy" size="original"/></picture></a></figure></div>
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</div><div data-element-id="elm_xV6u_n8MktUlzULo_b-N7Q" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> @media (min-width: 992px) { [data-element-id="elm_xV6u_n8MktUlzULo_b-N7Q"] .zpimage-container figure img { width: 500px ; height: 125.00px ; } } @media (max-width: 991px) and (min-width: 768px) { [data-element-id="elm_xV6u_n8MktUlzULo_b-N7Q"] .zpimage-container figure img { width:500px ; height:125.00px ; } } @media (max-width: 767px) { [data-element-id="elm_xV6u_n8MktUlzULo_b-N7Q"] .zpimage-container figure img { width:500px ; height:125.00px ; } } [data-element-id="elm_xV6u_n8MktUlzULo_b-N7Q"].zpelem-image { border-radius:1px; margin-block-start:-44px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="size-original" data-size-mobile="size-original" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-medium zpimage-tablet-fallback-medium zpimage-mobile-fallback-medium "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="/" target="_blank" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/blog%20home%20-3-.png" width="500" height="125.00" loading="lazy" size="medium"/></picture></a></figure></div>
</div></div></div></div></div></div> ]]></content:encoded><pubDate>Mon, 22 Nov 2021 15:57:32 +0000</pubDate></item><item><title><![CDATA[Honorários Sucumbenciais]]></title><link>https://www.kpadvs.com/blogs/post/honorários-contratuais-iniciais-e-ad-exito2</link><description><![CDATA[<img align="left" hspace="5" src="https://www.kpadvs.com/honorários sucumbenciais.jpg"/>Neste post explicamos o que são os honorários de sucumbência e como isto pode impactar no valor do serviço.]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="zpcontent-container blogpost-container "><div data-element-id="elm_-lxUhKWSS5-ZwAkpEQSdQA" data-element-type="section" class="zpsection "><style type="text/css"></style><div class="zpcontainer-fluid zpcontainer"><div data-element-id="elm_UDByR9ZpQE6PBRIhQ2s0sg" data-element-type="row" class="zprow zprow-container zpalign-items- zpjustify-content- " data-equal-column=""><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_3fODUcC1Qkmdlcsy546uCA" data-element-type="column" class="zpelem-col zpcol-12 zpcol-md-12 zpcol-sm-12 zpalign-self- "><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm__NkI9dTpyGEAVNUkqEnAWA" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> [data-element-id="elm__NkI9dTpyGEAVNUkqEnAWA"].zpelem-image { border-radius:1px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-original zpimage-tablet-fallback-original zpimage-mobile-fallback-original "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="/" target="_blank" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/blog%20home%20-3-.png" size="original"/></picture></a></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_Q9n3YnAOFSWvLkOianH3_A" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> [data-element-id="elm_Q9n3YnAOFSWvLkOianH3_A"].zpelem-image { border-radius:1px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-medium zpimage-tablet-fallback-medium zpimage-mobile-fallback-medium hb-lightbox " data-lightbox-options="
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                theme:dark"><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><span class="zpimage-anchor" role="link" tabindex="0" aria-label="Open Lightbox" style="cursor:pointer;"><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/honor%C3%A1rios%20sucumbenciais.jpg" size="medium" data-lightbox="true" style="height:189px;width:434.3px;"/></picture></span></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_jPLq9n_CRT2Ej7E6_vhrcg" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style> [data-element-id="elm_jPLq9n_CRT2Ej7E6_vhrcg"].zpelem-heading { border-radius:1px; } </style><h2
 class="zpheading zpheading-align-center " data-editor="true">Entenda o que são os honorários sucumbenciais</h2></div>
<div data-element-id="elm_RFjMYsZAQQyt4EXwoYQ1XA" data-element-type="text" class="zpelement zpelem-text "><style> [data-element-id="elm_RFjMYsZAQQyt4EXwoYQ1XA"].zpelem-text { border-radius:1px; } </style><div class="zptext zptext-align-justify " data-editor="true"><p>No Brasil, os <b>honorários de sucumbência</b> são aqueles arbitrados pelo juiz em favor do <b>advogado</b> de uma das partes. Pela lei, esta verba é do advogado, mas, sem dúvidas, devem impactar na negociação dos honorários contratuais. Veja: </p><p>&nbsp;</p><p>Estes honorários de sucumbência surgem da seguinte maneira: ao <u>proferir a sentença</u>, ou seja, no término do processo em primeira instância, o juiz determina à parte derrotada que pague o <b>ônus de sucumbência</b>, o que inclui a <u>devolução das custas e honorários com perícia e outras despesas</u> e, também, o pagamento destes honorários sucumbenciais, em regra, de 10% a 20% do valor econômico da causa. Ou seja, o honorário de sucumbência é um dos elementos dos ônus de sucumbência. Quanto a contraparte for pobre, os ônus de sucumbência são fixados, mas não podem ser executados, enquanto permanecer a pobreza da contraparte, até o limite de 5 anos, quando a obrigação se extingue.&nbsp;</p><p><br></p><p>Observe-se que a lei estipula <span style="font-weight:bold;">LIMITES à responsabilidade do perdedor.&nbsp;</span>A primeira e mais evidente é que se perdedor for pobre, ele não terá que pagar nem aquilo que se pagou ao Estado para dar andamento no processo (custas judiciais), nem os peritos que estiveram envolvidos no processo, nem o advogado da contraparte. <span style="text-decoration-line:underline;">Outra limitação</span> é que o valor é <span style="text-decoration-line:underline;">arbitrado </span>pelo juiz, segundo critérios legais, que estão correlacionados à dificuldade intrínseca da demanda, ou seja, com muita subjetividade do juiz. <span style="text-decoration-line:underline;">Outra limitação</span> prática é que o valor da causa, muitas vezes, não reflete o valor real do bem em litígio. Todas estas limitações formam a premissa que o honorário sucumbencial pode ser insuficiente para pagar aquilo que o advogado médio está disposto a ganhar para exercer aquele trabalho. A lei frustra a expectativa de algumas pessoas de que a vitória no processo judicial significará o ressarcimento total. Daí entra em cena a questão dos honorários que são combinados entre o Cliente e o advogado, conforme explicado no post <a href="https://www.kpadvs.com/blogs/post/honor%C3%A1rios-contratuais-iniciais-e-ad-exito" title="Honorários Contratuais" rel="">Honorários Contratuais</a>.&nbsp;</p><p><br></p><p>Como sempre fazemos no nosso post, vamos formular um exemplo prático.&nbsp;<b>Sr. Pedro</b> processa <b>Sr. Augusto</b>, cobrando R$ 100 mil. <b>Sr. Pedro </b>teve que pagar as custas iniciais, no valor de R$ 2.000,00. No transcorrer do processo teve mais R$ 3.000,00 de uma taxa. Ao final, <b>Sr. Pedro</b> ganha integralmente o processo. O juiz irá condenar <b>Sr. Augusto</b> a pagar R$ 100 mil + juros + correção monetária + as custas do processo + honorários advocatícios, que, também como exemplo, o juiz viu por bem estabelecer em 10% do valor da condenação. A decisão transitou em julgado, ou seja, é irrecorrível. Depois da certidão de trânsito em julgado, o <span style="font-weight:bold;">advogado do Sr. Pedro</span> irá formular os seguintes cálculos:&nbsp;</p><p><img src="/Thu%20Dec%2003%202020.png"><img src="/Thu%20Dec%2003%202020-3.png"><br></p><p><br></p><p><img src="/Thu%20Dec%2003%202020-6.png"><br></p><p>&nbsp;</p><p><br></p><p>Assim, o Sr. Pedro terá direito a ser ressarcido do valor de <span style="color:rgb(22, 90, 22);font-weight:bold;">R$ 5.035,00</span> que foram as custas que despendeu durante o processo. Além disto, terá direito a receber o valor de <span style="color:rgb(22, 90, 22);font-weight:bold;">R$ 111.100,00</span> que corresponde ao valor da obrigação principal.&nbsp; O advogado do Sr. Pedro terá o direito de receber o valor de <span style="color:rgb(22, 90, 22);font-weight:bold;">R$ 11.100,00</span> do Sr. Augusto e não do Sr. Pedro. Este é o quadro de <span style="color:rgb(22, 90, 22);font-weight:bold;">DIREITOS </span>derivados deste processo. Pode ser que não recebam <span style="color:rgb(22, 90, 22);font-weight:bold;">NADA </span>pois o Sr. Augusto pode ser insolvente. É a ilustrativa expressão &quot;<span style="font-style:italic;">ganha mas não leva</span>&quot;. Pode também ocorrer de existir pagamento integral ou parcial do valor devido.&nbsp;</p><p><br></p><p>É possível que o <span style="font-weight:bold;">Sr. Pedro</span> tenha combinado com seu <span style="font-weight:bold;">advogado </span>honorários <span style="font-style:italic;">ad exitum</span>&nbsp;e <span style="font-style:italic;">quota litis</span>, ou seja, se o Sr. Pedro efetivamente receber <span style="font-weight:bold;color:rgb(22, 90, 22);">ALGO </span>irá pagar um percentual ao advogado. Isto tudo é explicado com mais detalhes no post&nbsp;<a href="https://www.kpadvs.com/blogs/post/honor%C3%A1rios-contratuais-iniciais-e-ad-exito" rel="">Honorários Contratuais</a>. Logo, se o Sr. Augusto pagar integralmente o valor devido, o Sr. Pedro irá receber a quantidade de&nbsp;<span style="color:rgb(22, 90, 22);font-weight:bold;">R$116.135,00</span><span style="color:inherit;">, dos quais&nbsp;</span><span style="font-weight:bold;color:rgb(22, 90, 22);">R$ 5.035,00</span><span style="color:inherit;"> é mera indenização das custas. Se houver honorários <span style="font-style:italic;">ad exitum</span>&nbsp;o percentual ou o valor fixo será descontado deste montante de&nbsp;</span><span style="font-weight:700;color:rgb(22, 90, 22);">R$ 111.100,00&nbsp;</span><span style="color:inherit;">nesta oportunidade. Se não houver honorários, o <span style="font-weight:bold;">Sr. Pedro</span> irá incorporar ao seu patrimônio a integralidade dos&nbsp;</span><span style="font-weight:700;color:rgb(22, 90, 22);">R$ 111.100,00</span><span style="color:inherit;"><span style="font-weight:700;">.</span></span><span style="color:inherit;">&nbsp;Cuidado que este ultimo valor muitas vezes é sujeito a imposto, inclusive imposto de renda. Os <span style="text-decoration-line:underline;">honorários contratuais</span> são descontados como despesa para a obtenção desta renda.&nbsp;</span></p><p><br></p><p>Observe-se que o valor total da execução é <span style="font-weight:bold;color:rgb(22, 90, 22);">R$ 127.245,00 </span>e o Sr. Pedro está recebendo&nbsp;<span style="font-weight:700;color:rgb(22, 90, 56);">R$116.135,00</span><span style="font-weight:700;color:inherit;">.&nbsp;<span style="font-weight:normal;">Como se está explicando aqui, isto são os honorários sucumbenciais de&nbsp;</span></span><span style="font-weight:bold;color:rgb(22, 90, 22);">R$ 11.100,00</span><span style="color:inherit;">, que foram pagos pelo Sr. Augusto. Inclusive, se o Advogado emitir nota fiscal, deverá emitir contra a contraparte, Sr. Augusto e não contra o seu cliente. Se o advogado do Sr. Pedro também tinha direito a receber honorários contratuais, quem irá pagar será o </span>Sr. Pedro, inclusive mediante a emissão da respectiva Nota Fiscal. Note-se que&nbsp; existindo honorários contratuais finais existirão duas notas fiscais emitidas pelo advogado do Sr. Pedro: uma para o Sr. Augusto (honorários sucumbenciais) e outra para o Sr. Pedro (honorários contratuais). O recebimento pelo advogado do Sr. Pedro de honorários das duas partes não pode ser um desconforto para o Sr. Pedro. Isto deve ser discutido antes e constar expressamente no contrato de honorários. Aqui está o intuito deste post, que é deixar muito transparente a existência destas verbas, para que as partes tomem uma decisão consciente no momento da formação do preço do serviço jurídico.&nbsp;</p><p><br></p><p>Vamos, agora, modificar um pouco o exemplo acima. Suponha-se que o <span style="font-weight:bold;">Sr. Pedro</span> ingressou com a ação cobrando o valor de R$ 200.000,00 mas ganhou apenas R$ 100.000,00. Sucumbiu em parte no processo e o juiz arbitrou honorários de sucumbência <span style="font-weight:bold;">TAMBÉM </span>em prol do advogado do Sr. Augusto, no percentual de 10% do valor atualizado da causa. Usando os mesmos dados acima, o valor corrigido com a inflação é <span style="color:rgb(22, 90, 22);"><span style="font-weight:bold;">R$ 101.000,00</span></span>(aqui não se computa os juros), portanto o advogado do Sr. Augusto terá o direito a receber do Sr. Pedro o valor de <span style="color:rgb(48, 4, 234);font-weight:bold;">R$ 10.100,00</span>. Isto é uma novidade do novo Código de Processo Civil&nbsp;<span style="color:inherit;">&nbsp;(não tão novo assim, pois entrou em vigor em 2016) que expressamente não aceita a compensação de honorários. Logo, se o Sr. Pedro recebeu o valor de </span><span style="font-weight:700;color:rgb(22, 90, 22);">R$116.135,00</span><span style="font-weight:700;color:inherit;">, </span><span style="color:inherit;">terá que pagar </span><span style="font-weight:bold;color:rgb(48, 4, 234);">R$ 10.100,00</span><span style="color:inherit;"> para o advogado do Sr. Pedro, restando-lhe, ao final de tudo,&nbsp;</span><span style="color:rgb(22, 90, 22);font-weight:bold;">R$105.025,00</span><span style="color:inherit;">.</span></p><p><br></p><p>A grande surpresa negativa, é se o Sr. Augusto for insolvente. Neste cenário: <span style="text-decoration-line:underline;"><span style="font-weight:bold;">Sr. Pedro</span> não recebe nada</span>, <span style="text-decoration-line:underline;">o <span style="font-weight:bold;">advogado do Sr. Pedro</span> não recebe nada</span> e o <span style="text-decoration-line:underline;"><span style="font-weight:bold;">advogado do Sr. Augusto</span> irá ser o único a receber:&nbsp;</span><span style="color:rgb(48, 4, 234);"><span style="text-decoration-line:underline;"><span style="font-weight:bold;">R$ 10.100,00</span>.</span>&nbsp;</span>Para qualquer um é muito difícil lidar com a ideia de ganhar parcialmente uma causa mas não levar nada e ainda por cima ter que gastar dinheiro com custas processuais, honorários advocatícios e honorários sucumbenciais. Este é um risco, que tem que ser levado em conta no momento que se ingressa com um processo. Novamente, é intuito deste post prestar este tipo de esclarecimento, que sempre é reiterado em nossas reuniões com os clientes.&nbsp;</p><p><br></p><p><span style="color:inherit;">Existe uma outra novidade no Código de Processo Civil:&nbsp;</span><span style="color:inherit;">a possibilidade deste valor aumentar caso exista recurso em segundo grau da parte que perdeu. Quem já ouviu falar do brocardo jurídico de&nbsp;</span><i style="color:inherit;">non reformatio in pejus&nbsp;</i><span style="color:inherit;">deve estar atento que a parte que recorrer de uma decisão que perdeu pode ter a sua sentença reformada para pior, com o valor dos honorários majorados, mantendo-se o limite de 20% do valor econômico discutido. Toda parte quando ingressa com um processo, tem que avaliar o risco de perdê-lo, ainda que tenha razão, pois nem sempre se tem todas as provas e esta avaliação deve ser refeita a cada momento relevante no processo: como a contraparte se defendeu, que prova documental estão nos autos, o que a testemunha disse, o que o juiz já decidiu, tudo isto irá mudar a percepção do risco. Na sistemática do Código anterior, recorrer era muito menor oneroso.&nbsp;&nbsp;</span></p><p><span style="color:inherit;"><br></span></p><p><span style="color:inherit;">Como se pode perceber de tudo que foi dito, é importante fazer uma <span style="font-weight:bold;">MATRIZ DE RISCO</span> e atualizá-la a cada fato relevante dentro do processo judicial ou na solvência da contraparte.&nbsp;</span>O objetivo da <b>KIDA PECORIELLO ADVOCACIA</b> em todos os posts na área “<b>Nossa Transparência</b>” é explicar aos nossos clientes e a todos os interessados, quais são os elementos importantes na negociação do contrato de honorários e quais são os riscos que estão envolvidos dentro de um processo judicial.&nbsp;</p></div>
</div><div data-element-id="elm_NZIf2SLIEyNcW6nIUll1Wg" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> [data-element-id="elm_NZIf2SLIEyNcW6nIUll1Wg"].zpelem-image { border-radius:1px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-original zpimage-tablet-fallback-original zpimage-mobile-fallback-original "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="/contact" target="_blank" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/Clique%20Aqui%20%20Virtual%20-6-.png" size="original"/></picture></a></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_2LWFP2uIbxh2IjyfZ5eUeg" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> [data-element-id="elm_2LWFP2uIbxh2IjyfZ5eUeg"].zpelem-image { border-radius:1px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-medium zpimage-tablet-fallback-medium zpimage-mobile-fallback-medium "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="/blogs/nossatransparencia" target="_blank" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/%20-1--1.png" size="medium"/></picture></a></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_wfbvmFuvrPDtl7pox1awxw" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> [data-element-id="elm_wfbvmFuvrPDtl7pox1awxw"].zpelem-image { border-radius:1px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-medium zpimage-tablet-fallback-medium zpimage-mobile-fallback-medium "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="/blogs" target="_blank" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/Outros%20-.png" size="medium"/></picture></a></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_ayYMvTZPgGvgIO5m_GmqNQ" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> [data-element-id="elm_ayYMvTZPgGvgIO5m_GmqNQ"].zpelem-image { border-radius:1px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-medium zpimage-tablet-fallback-medium zpimage-mobile-fallback-medium "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="/" target="_blank" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/blog%20home%20-3-.png" size="medium"/></picture></a></figure></div>
</div></div></div></div></div></div> ]]></content:encoded><pubDate>Mon, 07 Dec 2020 18:04:00 +0000</pubDate></item><item><title><![CDATA[Honorários Contratuais]]></title><link>https://www.kpadvs.com/blogs/post/honorários-contratuais-iniciais-e-ad-exito</link><description><![CDATA[<img align="left" hspace="5" src="https://www.kpadvs.com/Design sem nome-1.png"/>Honorários Contratual é aquilo que você combina com seu advogado para remunerar o serviço que está contratando. Veja o modelo mais eficiente em nossa opinião.]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="zpcontent-container blogpost-container "><div data-element-id="elm_7vpaDMM6Ra-s_kuXxw2u4g" data-element-type="section" class="zpsection "><style type="text/css"></style><div class="zpcontainer-fluid zpcontainer"><div data-element-id="elm_iTy9cf6-RAW6CfUpWYor3g" data-element-type="row" class="zprow zprow-container zpalign-items- zpjustify-content- " data-equal-column=""><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_Rjj8G12cTWeB_lLK_3hQvQ" data-element-type="column" class="zpelem-col zpcol-12 zpcol-md-12 zpcol-sm-12 zpalign-self- "><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_jK6wV5DALt9zQF4MNuPcBg" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> [data-element-id="elm_jK6wV5DALt9zQF4MNuPcBg"].zpelem-image { border-radius:1px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-original zpimage-tablet-fallback-original zpimage-mobile-fallback-original "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="/" target="_blank" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/blog%20home%20-3-.png" size="original"/></picture></a></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_OruElgUWM34aLy_x5IKxTA" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> [data-element-id="elm_OruElgUWM34aLy_x5IKxTA"].zpelem-image { border-radius:1px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-medium zpimage-tablet-fallback-medium zpimage-mobile-fallback-medium hb-lightbox " data-lightbox-options="
                type:fullscreen,
                theme:dark"><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><span class="zpimage-anchor" role="link" tabindex="0" aria-label="Open Lightbox" style="cursor:pointer;"><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/Design%20sem%20nome-1.png" size="medium" data-lightbox="true"/></picture></span></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_7Zkke_0JRbGWQiUHYWqgZg" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style> [data-element-id="elm_7Zkke_0JRbGWQiUHYWqgZg"].zpelem-heading { border-radius:1px; } </style><h2
 class="zpheading zpheading-align-center " data-editor="true">Melhor Modelo de Contratação de Honorários Advocatícios</h2></div>
<div data-element-id="elm_QUQg9JUwQBiN4CJ3BICLDg" data-element-type="text" class="zpelement zpelem-text "><style> [data-element-id="elm_QUQg9JUwQBiN4CJ3BICLDg"].zpelem-text { border-radius:1px; } </style><div class="zptext zptext-align-justify " data-editor="true"><p>Tratamos neste posto dos <b>honorários contratuais</b> dentro de um processo judicial, que é aquilo que a parte negocia com o seu advogado para defende-lo um processo judicial. Não confundir com os honorários sucumbenciais, que é objeto do post <a href="https://www.kpadvs.com/blogs/post/honor%C3%A1rios-contratuais-iniciais-e-ad-exito2" title="Honorários Sucumbenciais" target="_blank" rel="">Honorários Sucumbenciais</a>. Existe várias modelagens possíveis e neste post tratamos de uma específica: aquela que existe a cobrança de honorários <span style="font-weight:bold;">durante o processo</span>, que é aquilo que remunera o serviço, independente do resultado, reservando aos <span style="font-weight:bold;">honorários pelo resultado&nbsp;</span>um percentual sobre o valor efetivamente recebido pela parte.&nbsp;<span style="color:inherit;"><span style="font-style:normal;">Em casos nos quais não há valor líquido, como, por exemplo, obter a posse de um imóvel, a guarda compartilhada, alterar o regime de visitas, os honorários são fixados em valor fixo. Não confundir com situações nas quais os honorários são apenas </span><span style="font-style:italic;">ad exitum</span><span style="font-style:normal;"> ou </span><span style="font-style:italic;">quota litis</span><span style="font-style:normal;"> quando o ganho do advogado depende exclusivamente do êxito da demanda. Aqui neste post tratamos da situação na qual há uma divisão: uma parte independe do êxito e outra parte depende do êxito.&nbsp;</span></span></p><p><br></p><p>Como se disse, aqui se está tratando de honorários quando há valores<span style="text-decoration-line:underline;"> pré-resultado</span> e <span style="text-decoration-line:underline;">pelo resultado</span>, que costuma ser os mais habituais. No nosso escritório, por exemplo, este é o modelo mais utilizado.&nbsp; Neste contratos, existe um esforço de&nbsp;<b>equilibrar os incentivos</b>. É falacioso entender que concentrar a remuneração no resultado final seria a solução mais eficiente para o cliente, pois se advogado absorver todo o risco, para que sua Banca seja economicamente viável, terá que obter resultados o mais rápido possível, prejudicando os investimentos na equipe para o amadurecimento do processo. Por outro lado, se a remuneração final não for atrativa, não irá se incentivar o desfecho do processo. Não se está dizendo aqui que o profissional irá atuar de maneira contrária aos interesses de seu cliente, contudo, como o capital é escasso, não estarão aqui para prestar serviços aqueles que não souberem como alocar corretamente os recursos que recebem. Assim, é importante<b> um equilíbrio nos incentivos da remuneração</b>, como em qualquer outro contrato de prestação de serviço.</p><p><br></p><p>Como sempre fazemos em nossos posts, vamos partir de um simples exemplo: o&nbsp;<b>CLIENTE</b> quer executar a multa contratual no valor de R$ 10.000,00. O <b>CLIENTE</b> pactuou com seu advogado honorários iniciais de R$ 1.000,00 e honorários finais de 10% sobre&nbsp; o valor efetivamente recebido pelo cliente. Em princípio, se o processo estiver formalmente correto e não existir acordo, duas serão as soluções possíveis do processo: <span style="font-weight:bold;">PROCEDÊNCIA </span>(o cliente ganhou o processo) e <span style="font-weight:bold;">IMPROCEDÊNCIA </span>(o cliente perdeu o processo). Vamos iniciar pela <span style="font-weight:bold;">PROCEDÊNCIA</span>,&nbsp; um cenário no qual o CLIENTE ganhou o processo e foi reconhecido que ele era credor do valor de R$ 10.000,00. Traçamos três cenários: recebimento integral (êxito total), recebimento parcial (êxito parcial), sem recebimento (sem êxito).</p><p><br></p><p><img src="https://sitebuilder-713177251.zohositescontent.com/Mon%20Nov%2030%202020-4.png" style="outline:none 0px;width:346px;height:375.94px;"><img src="/Mon%20Nov%2030%202020-10.png" style="width:342px;height:355.8px;"><img src="/Mon%20Nov%2030%202020-11.png" style="width:341px;height:373.7px;"></p><p><br></p><p>Como se vê acima, é possível que exista êxito no processo, mas não exista recebimento, o que ocorre quando o devedor é insolvente, ou seja, não possui qualquer bem em seu nome, a não ser a casa na qual este devedor reside, que é um bem impenhorável. É o caso do <span style="font-weight:bold;">Cenário 3</span>, em que o processo foi ganho, mas nenhum valor entrou no bolso do credor. No <span style="font-weight:bold;">Cenário 2</span>, este recebimento foi parcial, porque o devedor não tinha nada além dos 5 mil reais que se conseguiu bloquear. Só no <span style="font-weight:bold;">Cenário 1</span>, o cliente e seu advogado receberam tudo que tinham pretensão de receber. No caso de <span style="font-weight:bold;">IMPROCEDÊNCIA </span>da ação, o valor &quot;reconhecido&quot; é 0 e, assim, não existira honorários advocatícios. Nesta modelagem ocorre de o resultado da improcedência ser idêntico à procedência contra devedor insolvente. Veja abaixo o<span style="font-weight:bold;"> Cenário 4</span>:</p><p><br></p><p style="text-align:center;"><span style="color:inherit;"><img src="/Mon%20Dec%2007%202020.png" alt="" style="width:335px;height:387.08px;"></span><br></p><p><br></p><p>Em todos os cenários acima, percebe-se que para exercer um direito, o CLIENTE teve que pagar um determinado valor. Quando o CLIENTE têm êxito e recebe alguma coisa, o que ele recebe não é aquilo que ele pretendia receber, pois foi obrigado a pagar os honorários do seu advogado. <span id="recomposicao" title="recomposicao" class="zpItemAnchor"></span>​Algumas pessoas tem uma noção de justiça que parte da premissa de que depois de um processo ganho, a recomposição é integral, mas isto não é verdade, pois deixa de considerar que aqui há <span style="font-weight:bold;">esforços a mais</span> para a recomposição disto, que é o trabalho da Justiça (taxas judiciárias) e do advogado (honorários) e outras vezes ainda de Peritos e administradores judiciais. A lei não tem um dispositivo atribuindo de forma ilimitada ao perdedor do processo todos os seu ônus. Algumas vezes o ônus de sucumbência desempenha este papel - conforme explicado em nosso post:&nbsp;<span style="color:inherit;"><a href="https://www.kpadvs.com/blogs/post/honor%C3%A1rios-contratuais-iniciais-e-ad-exito2" target="_blank" rel="">Honorários Sucumbenciais</a></span>&nbsp;- mas na maior parte das vezes este valor é insuficiente. Como o valor estabelecido em juízo têm correção monetária e juros, algumas vezes, indiretamente, esta recomposição é feita, mas isto não é uma garantia. Ou seja, é possível que o credor vença um processo e mesmo recebendo tudo que tem direito, ainda sim, não seja integralmente ressarcido.&nbsp;</p><p><br></p><p>Agora, vamos para um segundo exemplo, invertendo a posição. Agora o <span style="font-weight:bold;">CLIENTE </span>está sendo cobrado por uma multa de R$ 100.000,00.&nbsp; Nesta ilustração, vamos considerar que o cliente é solvente, ou seja, se efetivamente condenado, irá pagar a dívida. Os honorários iniciais, para apresentar a defesa são de R$ 1.000,00 e o êxito estará naquilo que o CLIENTE deixar efetivamente de receber.&nbsp;<br></p><p><span style="color:inherit;"></span></p><p style="text-align:justify;">&nbsp;<img src="/Mon%20Nov%2030%202020-12.png" style="width:362px;height:366.87px;"><img src="/Mon%20Nov%2030%202020-13.png" style="width:369px;height:384.68px;"><img src="/Mon%20Nov%2030%202020-14.png" style="width:360px;height:371.91px;"></p><p><br></p><p>No <span style="font-weight:bold;">Cenário 3,&nbsp; <span style="font-weight:normal;">por melhor ou pior que tenha sido a defesa do advogado, não houve resultado e o</span></span>&nbsp;cliente foi obrigado a pagar todo o valor que a contraparte entendia como obrigação do Cliente. No&nbsp;<span style="outline:none 0px;font-weight:bold;">Cenário 2</span>&nbsp;ele teve que pagar, mas não aquilo que a contraparte queria, mas um valor menor, portanto, é sobre esta diferença de R$ 50.000,00 que os honorários <span style="font-style:italic;">ad exitum</span> serão avaliados. Se neste Cenário 2, o valor efetivamente pago era de 70% da demanda (R$ 70.000,00) os honorários recairiam sobre&nbsp; o valor daquilo que deixou de pagar, que seria de R$ 30.000,00 assim, os honorários finais eram de R$ 3.000,00. No <span style="font-weight:bold;">Cenário 1</span>, o Cliente foi cobrado de um valor que o Poder Judiciário entendeu que não era uma obrigação. O cliente não pagou nada para a contraparte, apenas o seu advogado</p><p><br></p><p>Observa-se que no<span style="font-weight:bold;"> Cenário 1</span> o CLIENTE foi processado por uma dívida que não existia. No<span style="font-weight:bold;"> Cenário 2</span> esta dívida existia, mas o CLIENTE foi processado além do seu valor. Algumas vezes, realmente existem dúvida se a obrigação é devida ou não, ou se o valor é aquele ou não; outas vezes, o cliente é demandado injustamente. Contudo, em qualquer situação, ele irá pagar os honorários do seu advogado, pois, <a href="#recomposicao" title="como já dissemos anteriormente" rel="">como já dissemos anteriormente</a>, a lei não possui um dispositivo que faça recair exclusivamente no devedor de forma ilimitada, o ônus do processo. No post&nbsp;&nbsp;<a href="https://www.kpadvs.com/blogs/post/honor%C3%A1rios-contratuais-iniciais-e-ad-exito2" target="_blank" rel="">Honorários Sucumbenciais</a>&nbsp;nós explicamos que algumas vezes este valor pode compensar todo o trabalho do advogado e ser até mesmo bem gratificante, mas outras vezes ser insuficiente.&nbsp; Portanto, para a formação do valor dos honorários, o CLIENTE pode - e deve - considerar o quanto o advogado terá direito de receber a títulos de honorários sucumbenciais (discutidos naquele post) para a fixação do valor dos honorários (discutidos neste post).</p><p><br></p><p>O objetivo da série de posts que nós estamos colocando na seção <a href="/blogs/nossatransparencia" title="Nossa Transparência" target="_blank" rel="">Nossa Transparência</a> é esclarecer aos nossos clientes e a todos os interessados nuanças das relação com o seu advogado. Neste caso concreto, estamos explicando como funciona a formação do preço do contrato de honorários, de maneira a que não exista surpresas no final. A contratação de um advogado é um ato de confiança, por isto acreditamos que abrir esta seção de Transparência contribua para aprimorar a nossa relação.&nbsp;</p></div>
</div><div data-element-id="elm_S5yQ0y0ufXsW_Wjg6Vk2Ag" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> [data-element-id="elm_S5yQ0y0ufXsW_Wjg6Vk2Ag"].zpelem-image { border-radius:1px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-original zpimage-tablet-fallback-original zpimage-mobile-fallback-original "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="/contact" target="_blank" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/Clique%20Aqui%20%20Virtual%20-6-.png" size="original"/></picture></a></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_KNibRAR7lgs5gJUGoq2VoQ" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> [data-element-id="elm_KNibRAR7lgs5gJUGoq2VoQ"].zpelem-image { border-radius:1px; margin-block-start:-53px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-medium zpimage-tablet-fallback-medium zpimage-mobile-fallback-medium "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="/blogs/nossatransparencia" target="_blank" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/%20-1--1.png" size="medium"/></picture></a></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_sMo4w8-uxfHqIMUA3n3pnQ" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> [data-element-id="elm_sMo4w8-uxfHqIMUA3n3pnQ"].zpelem-image { border-radius:1px; margin-block-start:-51px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-medium zpimage-tablet-fallback-medium zpimage-mobile-fallback-medium "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="/blogs" target="_blank" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/Outros%20-.png" size="medium"/></picture></a></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_FrVTz4YqH6kz2WRBYuIoBw" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> [data-element-id="elm_FrVTz4YqH6kz2WRBYuIoBw"].zpelem-image { border-radius:1px; margin-block-start:-46px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-medium zpimage-tablet-fallback-medium zpimage-mobile-fallback-medium "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="/" target="_blank" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/blog%20home%20-3-.png" size="medium"/></picture></a></figure></div>
</div></div></div></div></div></div> ]]></content:encoded><pubDate>Wed, 02 Dec 2020 23:54:00 +0000</pubDate></item><item><title><![CDATA[Procuração para Advogado]]></title><link>https://www.kpadvs.com/blogs/post/procuração-para-advogado1</link><description><![CDATA[<img align="left" hspace="5" src="https://www.kpadvs.com/procuração para advogado.png"/>Entenda a abrangência de uma procuração outorgada para um advogado na defesa de processos judiciais.]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="zpcontent-container blogpost-container "><div data-element-id="elm_6Ke1qP9ER1OxVsJBAfg7Hw" data-element-type="section" class="zpsection "><style type="text/css"></style><div class="zpcontainer-fluid zpcontainer"><div data-element-id="elm_YhJHp9w7QOWpOSuqVTSq3w" data-element-type="row" class="zprow zprow-container zpalign-items- zpjustify-content- " data-equal-column=""><style type="text/css"></style><div data-element-id="elm_qHUvJl0SQomd9nZnsvK6yQ" data-element-type="column" class="zpelem-col zpcol-12 zpcol-md-12 zpcol-sm-12 zpalign-self- "><style type="text/css"> [data-element-id="elm_qHUvJl0SQomd9nZnsvK6yQ"].zpelem-col{ border-radius:1px; } </style><div data-element-id="elm_xJ6BntTGSy26kdyH8wcAmQ" data-element-type="heading" class="zpelement zpelem-heading "><style> [data-element-id="elm_xJ6BntTGSy26kdyH8wcAmQ"].zpelem-heading { border-radius:1px; } </style><h2
 class="zpheading zpheading-align-center " data-editor="true">Entenda a abrangência de uma procuração <span style="font-style:italic;">ad judicia</span></h2></div>
<div data-element-id="elm_N1r-J9St5FpBGpkMiBDIEQ" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> [data-element-id="elm_N1r-J9St5FpBGpkMiBDIEQ"].zpelem-image { border-radius:1px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-original zpimage-tablet-fallback-original zpimage-mobile-fallback-original "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="/" target="_blank" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/blog%20home%20-3-.png" size="original"/></picture></a></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_X-G8Ks397DFYHVqlM4wZGA" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> [data-element-id="elm_X-G8Ks397DFYHVqlM4wZGA"].zpelem-image { border-radius:1px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-medium zpimage-tablet-fallback-medium zpimage-mobile-fallback-medium hb-lightbox " data-lightbox-options="
                type:fullscreen,
                theme:dark"><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><span class="zpimage-anchor" role="link" tabindex="0" aria-label="Open Lightbox" style="cursor:pointer;"><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/procura%C3%A7%C3%A3o%20para%20advogado.png" size="medium" data-lightbox="true"/></picture></span></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_jc-JhDvYSS2q4aRFQarAUg" data-element-type="text" class="zpelement zpelem-text "><style> [data-element-id="elm_jc-JhDvYSS2q4aRFQarAUg"].zpelem-text { border-radius:1px; } </style><div class="zptext zptext-align-center " data-editor="true"><p>Procuração para advogado.</p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">A rigor o advogado é a profissional que vai dar a seu cliente todas as informações a respeito dos riscos jurídicos de uma determinada situação. Isto não deve mudar quando o contrato é firmado com o próprio advogado. Daí que elaboramos o presente texto com a intenção de esclarecer a extensão dos poderes que são atribuídos aos advogados quando recebem uma procuração. O que será tratado neste artigo, pode ser assim sintetizado:</p><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;</p><p style="text-align:justify;"><img src="/Procura%C3%A7%C3%A3o.png"><br></p><p style="text-align:justify;">O advogado precisa da procuração para falar em nome do seu cliente em um processo judicial. Algumas pessoas sentem-se inseguras a respeito da extensão dos poderes que estão dando para o advogado falar em seu nome, principalmente quando se trata da primeira vez que contratam um advogado ou quando acabaram de conhecer um novo escritório. As pessoas devem ter atenção ao assinar qualquer contrato, mesmo que sejam com pessoas de sua total confiança, como parentes, amigos, sócios e, também, advogados. É verdade que se o advogado atuar com má-fé em relação ao seu cliente, ele pode sofrer além de sanções civis, também punições da OAB, mas isto pode não ser suficiente para reverter excessos que ele tenha cometido.</p><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">O primeiro ponto é que se deve assinar em favor do advogado uma procuração intitulada como <i>ad judicia</i> ou, significando a mesma coisa, “procuração geral para o foro”. O dicionário Aurélio (2º.ed) define <i>ad judicia</i> como “[lat. “para o foro”] <i>Diz-se do mandato que se outorga aos advogados para procurarem em juízo os direitos do mandante, sem ser preciso mencionar especificadamente os poderes, salvo para determinados atos expressos em lei.”. </i>Por um princípio de boa-fé o <b>conteúdo</b> deve ser harmônico com o <b>título.&nbsp;</b>Algumas vezes irá aparecer a expressão “<i>ad judicia et extra</i>”, que significa em juízo e fora dele, existindo aqui uma maior abertura, mas ainda extremamente vinculado a atividades própria do foro, como por exemplo, atuar na fase pré-processual diretamente com as partes. No caso dos poderes concedidos na procuração não estarem adequados ao título e caso isto crie alguma dúvida, esta sempre é interpretada em favor daquele que recebeu o documento redigido, normalmente, o Cliente.&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">O Código de Processo Civil estabelece o conteúdo implícito de uma procuração <i>ad judicia</i>:</p><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;</p><p style="text-align:justify;margin-left:4cm;"><b>Art. 105.</b> A procuração geral para o foro, outorgada por instrumento público ou particular assinado pela parte, habilita o advogado a praticar todos os atos do processo, <b><u>exceto&nbsp;</u></b><u>receber citação</u>, <u>confessar</u>, <u>reconhecer a procedência do pedido</u>, <u>transigir</u>, <u>desistir</u>, <u>renunciar ao direito sobre o qual se funda a ação</u>, <u>receber, dar quitação</u>, <u>firmar compromisso</u> e <u>assinar declaração de hipossuficiência econômica</u>, que devem constar de cláusula específica.</p><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">Uma procuração <i>ad judicia</i> não irá dar poderes para o advogado vender um imóvel, um carro, ter acesso a sua conta-corrente, falar em seu nome em qualquer lugar ou fazer negócios em geral em seu nome. <b>Não há lei que dê ao advogado tais poderes</b> Uma procuração com tais poderes, <b>o advogado é como qualquer outra pessoa</b> e a procuração deve ter o seu título específico (procuração <i>ad negotia</i>, por exemplo) ou somente “procuração” e conter os poderes todos descritos de maneira detalhada, para que qualquer leitor desta procuração consiga entender com clareza cada um dos poderes atribuídos. </p><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">Observe que no modelo de procuração que está no começo deste artigo, a cláusula <i>ad judicia</i>, poderia ser mais resumida: “<i>confere amplos poderes para o foro em geral, com a cláusula ad judicia, representando em todos os atos judiciais</i>”. Um descrição maior pode parecer redundante ou mesmo estar atribuindo mais poderes do que o normal, mas, na verdade, o que se faz aqui é dar maior clareza para o Cliente que assinará a procuração. </p><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">Em síntese, a procuração <i>ad judicia</i> ou o seu sinônimo “<i>procuração para o foro em geral</i>” dão poderes para atuar em processos judiciais, ou, na expressão legal: “<i>praticar todos os atos do processo</i>”. Esta é uma cláusula obrigatória, pois o advogado não pode comparecer em juízo sem tais poderes. Poder praticar todos os atos do processo não é algo trivial, pelo contrário, quando se outorga uma procuração para um advogado está se praticando um ato que terá uma estrita relação com as chances de êxito da sua pretensão, mas nada são além do que o reflexo natural da escolha de um determinado escritório como aquele responsável pela sua defesa. O que for escrito em uma peça inicial ou em um a contestação <b>vinculará</b> o cliente, algumas vezes de forma irreversível. Não há uma forma da parte confirmar posteriormente aquilo que foi escrito pelo seu advogado, como uma forma de validade do ato. Esta é a realidade de quem outorga uma procuração para um advogado, da mesma forma como aquele que confia em um médico que fará uma cirurgia.</p><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">Daí que a <b>confiança</b> é um elemento essencial nesta relação, mas não apenas isto. É necessária uma relação <b>com informações&nbsp;</b><b>claras</b> entre as partes, para que uma distração de qualquer um, do cliente ou do advogado, não faça com que a manifestação no processo esteja desvinculada com aquilo que é de interesse do Cliente. É possível modelar esta relação, estabelecendo contratualmente o dever de anuência das peças processuais e de explicação escrita do risco em cada fase, mas isto não modifica o fato de que, na ponta, aquilo que o advogado escrever dentro do processo vincula o seu cliente, desde que tenha poderes para tanto, o que só reforça como a confiança é um elemento essencial nesta redação. Termina-se aqui a questão a respeito do ato elementar de contratar um advogado: o poder do foro em geral.&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">Aqui se entra no tema dos poderes que <b>não</b> estão inseridos no termo <i>ad judicia</i> ou para o foro em geral. </p><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">Como dito acima, o advogado tem o poder de formular a tese da peça inicial ou da defesa do seu cliente, de pedir provas, de recorrer, mas não tem outros poderes que não são essenciais dentro de um processo, embora possam ser <b>importantes</b>. Se o advogado tiver tais direitos especiais e se ele se manifestar no processo sobre tais temas, a Parte está vinculada geralmente de forma irretratável, contudo, se não tiver tais poderes, a manifestação é nula de pleno direito. </p><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">Do artigo 105 do <b>Código de Processo Civil</b> acima citado, tratados de tudo aquilo que precisa de poderes expressos:</p><p style="text-align:justify;">&nbsp;&nbsp;</p><table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" style="text-align:justify;"><tbody><tr><td><p>Receber citação</p></td><td><p>É o poder de receber a citação inicial do processo</p></td></tr><tr><td><p>Confessar</p></td><td><p>É o poder do advogado de assumir <b>fatos</b> em nome do seu cliente. </p></td></tr><tr><td class="zp-selected-cell"><p>Reconhecer a procedência do pedido</p></td><td><p>É o poder de aceitar o pedido formulado contra o cliente. </p></td></tr><tr><td><p>Transigir</p></td><td><p>É o poder de fazer acordos envolvendo o objeto da demanda. </p></td></tr><tr><td><p>Desistir</p></td><td><p>É o direito de desistir de um processo que ainda não foi julgado. </p></td></tr><tr><td><p>Renunciar ao direito sobre o qual se funda a ação</p></td><td><p>É o direito de abrir mão em definitivo de um determinado direito. </p></td></tr><tr><td><p>receber e dar quitação</p></td><td><p>Receber valores, dando quitação. </p></td></tr><tr><td><p>firmar compromisso</p></td><td><p>É o poder de fazer acordos envolvendo outros objetos conexos com a demanda</p></td></tr><tr><td><p>assinar declaração de hipossuficiência econômica</p></td><td><p>é a prerrogativa de pedir justiça gratuita, informando que não tem condições financeiras de pagar as custas processuais sem prejuízo da sua subsistência. </p><p>&nbsp;</p></td></tr></tbody></table><p style="text-align:justify;">&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">Algumas vezes, outros poderes são colocados como especiais, para dar maior clareza à extensão dos poderes outorgados, como, por exemplo “<i>examinar contas</i>”, que não costa no rol acima, mas que pode ser entendido como uma derivação do poder de dar quitação. </p><p style="text-align:justify;">&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">É comum que o advogado apresente a procuração para ser assinada já constando alguns dos poderes especiais até mesmo porque isto facilita bastante o trâmite dos processos. No entanto, o Cliente e o Advogado podem abrir mão desta praticidade e exigir a retirada de algum ou de todos estes poderes. É importante frisar que poderes excessivos pode não ser uma opção boa para o advogado, pois implica em uma maior responsabilidade que o grau de confiança entre as partes ainda não justifica. O mesmo pode se dizer do cliente. A contratação de um advogado é sempre um <b>ato de confiança</b>, como já se repetiu antes. Aliás, de <b>confiança mútua</b>. O advogado tem o conhecimento técnico da lei e a parte conhece os fatos, não existe aqui a superioridade de um sobre o outro e o espírito deve ser de <b>cooperação</b>. É exatamente desta relação de <b>confiança</b> e <b>cooperação</b> é que as partes devem sentir-se confortáveis para estabelecer quais os poderes especiais que são mais necessários, bem como para criar a fluxo de trabalho mais adequado para que a informação flua da melhor maneira possível.</p><p style="text-align:justify;">&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">Por exemplo, o poder de receber e dar quitação implica na presunção de que o advogado irá levantar os valores depositados em juízo e repassá-los aos clientes, contudo, normalmente retendo nesta oportunidade os honorários contratuais. Na prática, é uma segurança de que irá receber aquilo que está contratado. O cliente que não paga o valor para o advogado é um mero inadimplente, o advogado que não repassa os valores para seu cliente está sujeito ao crime de apropriação indébita, punições na OAB, além de ter que devolver o valor. Portanto, o mais natural é que tal cláusula conste na procuração. </p><p style="text-align:justify;">&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">Superada a questão dos poderes especiais, há ainda outros elementos que merecem atenção. A procuração outorgada, pela melhor técnica, deve dizer de maneira clara se é aplicável a um determinado processo ou se é para todos os processos que envolvam uma parte. O mais seguro e aconselhável, evidentemente, é a outorga de uma procuração para cada caso, mas esta é uma escolha do Cliente e do advogado.&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">O poder para <b>substabelecer</b> para outro advogado também é algo importante que figura na procuração. O advogado pode ter uma outra audiência no mesmo dia, estar doente ou qualquer outra coisa que o impeça de praticar um ato processual, daí a importância de facultar este substabelecimento, que não causa qualquer prejuízo ao cliente. </p><p style="text-align:justify;">&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">O substabelecimento<span style="font-weight:bold;"> “com reserva”</span> é quando o advogado continua no processo. O substabelecimento <span style="font-weight:bold;">“sem reserva”</span> é quando o advogado não mais vai atuar no processo, empregada geralmente quando ocorrerá a substituição do advogado principal. </p><p style="text-align:justify;">&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">A procuração no modelo estabelece que a atuação é referente a um determinado processo e seus incidentes. Assim, se alguém sofre uma execução de número 0000000-00.2020.8.26.0100, irá gerar uma defesa que ganhará um outro número 0000001-00.2020.8.26.0100, que por sua vez pode gerar um outro incidente 0000001-00.2020.8.26.0100 e ainda recursos com&nbsp; números distintos 1000001-00.2020.8.26.0100. A outra opção seria outorgar procuração para atuar em decorrência de determinado contrato, negócio, pessoa ou mesmo para atuar em qualquer processo, como neste exemplo: “<i>em qualquer processo judicial em que o outorgante figure como parte processual ou terceiro</i>”. Todas estas fórmulas são possíveis. </p><p style="text-align:justify;"><br></p><p style="text-align:justify;">Apenas um tecnicismo aos mais preciosistas: A representação é um conceito mais amplo, pode ser de um pai que representa um filho menor, um sócio que representa uma empresa, um político que representa o povo através de um mandato polícito (com &quot;t&quot;) ou através do negócio jurídico mandato (também com &quot;t&quot;).&nbsp; É deste último que tratamos aqui neste artigo. O &quot;mandato&quot; é um negócio jurídico regulado no Código Civil nos seus artigos 653 a 692, dentro do Título VI, que disciplina os contratos. Em termos técnicos restritos, <span style="font-weight:bold;">a procuração é o instrumento do mandato</span>. Isto não muda nada do que foi dito, apenas se está fazendo esta digressão caso haja dúvida terminológica. Na prática, procuração, mandato, instrumento de procuração e instrumento de mandato são utilizados por leigos por técnicos e pela lei como sinônimos em seu sentido amplo.&nbsp;<span style="color:inherit;text-align:center;">O mandado (com &quot;d&quot;) não tem nada a ver com mandato e tem várias acepções como a exteriorização de um determinação de um juiz (&quot;mandado de prisão&quot;, &quot;mandado de busca e apreensão, &quot;mandado de reintegração de posse&quot;).&nbsp;</span></p><p style="text-align:justify;">&nbsp;</p><p style="text-align:justify;">Esperamos ter ajudado aos nossos Clientes e à todos os interessados, com quais as premissas que estão por trás da outorga de procuração para um advogado. Qualquer dúvida, estamos sempre à disposição.&nbsp;</p></div>
</div><div data-element-id="elm_mqSEesTdNKzhpL1kWYWEgg" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> [data-element-id="elm_mqSEesTdNKzhpL1kWYWEgg"].zpelem-image { border-radius:1px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-original zpimage-tablet-fallback-original zpimage-mobile-fallback-original "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="/contact" target="_blank" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/Clique%20Aqui%20%20Virtual%20FINAL.png" size="original"/></picture></a></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_gdl9_r7-bOJxOoEJhanQZQ" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> [data-element-id="elm_gdl9_r7-bOJxOoEJhanQZQ"].zpelem-image { border-radius:1px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-original zpimage-tablet-fallback-original zpimage-mobile-fallback-original "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="/blogs/nossatransparencia" target="_blank" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/%20-1--1.png" size="original"/></picture></a></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_EkY-MM74m3GqMZhWvyCe5w" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> [data-element-id="elm_EkY-MM74m3GqMZhWvyCe5w"].zpelem-image { border-radius:1px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-original zpimage-tablet-fallback-original zpimage-mobile-fallback-original "><figure role="none" class="zpimage-data-ref"><a class="zpimage-anchor" href="/blogs" target="_blank" rel=""><picture><img class="zpimage zpimage-style-none zpimage-space-none " src="/Outros%20-.png" size="original"/></picture></a></figure></div>
</div><div data-element-id="elm_Wi5KWVcQ-aQfd7sPLzOpYw" data-element-type="image" class="zpelement zpelem-image "><style> [data-element-id="elm_Wi5KWVcQ-aQfd7sPLzOpYw"].zpelem-image { border-radius:1px; } </style><div data-caption-color="" data-size-tablet="" data-size-mobile="" data-align="center" data-tablet-image-separate="" data-mobile-image-separate="" class="zpimage-container zpimage-align-center zpimage-size-original zpimage-tablet-fallback-original zpimage-mobile-fallback-original hb-lightbox " data-lightbox-options="
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</div></div></div></div></div></div> ]]></content:encoded><pubDate>Fri, 28 Aug 2020 15:02:08 +0000</pubDate></item></channel></rss>